O tempo vai passando, a sensação de que as coisas estão mudando alteia o sabor adocicado que a vida tem. Por vezes salgada também, nunca perde o gosto. Por vezes azeda também, nunca perde o gostar. Ainda bem que ela é azeda por vezes. O que seria do doce sem o azedo?
Eu, Adriano, estou prestes a concretizar o início de um novo ciclo profissional. Nestes dias prévios me sinto tranqüilo, porém não sei bem como vai ser na hora. Falar de um assunto que a gente domina pode ser tranqüilo, porém não sei ao certo o grau de domínio sobre maneira com a qual o conteúdo vai ser transmitido e isto me gela bastante. Porém a melhor forma de lidar com isto é encarando. A hora é agora, estou otimista e confiante.
Muito em breve mais um novo serviço da Uno e Verso no mercado.
EnTorpecendo

Voz alta, mas audível na medida que aquele silêncio pedia
Em cada acorde e melodia a sensação de prazer nela que é a melhor das drogas
Em canto encontro o canto que às vezes preciso
Bem como numa redoma de vidro, onde somente eu ouço e vejo este canto
Sonhando cantarolar alto ao ponto de quebrar essa redoma
E compartilhar com o mundo essa sensação incrível
De cantar, ouvir e sentir em tom e melodia o amor representado em música
Toar cada harmonia em todo acorde em cada manhã
Como quem prevê um dia de en-canto e de encontros
Aditivando
Oi gente, obrigado pela visita de sempre...
Administrando e cantando, assim como na pauta do bate-papo com meu amigo e parceiro (de trabalho e de composições) Zé Ricardo quando participei do Uno e Verso da Ludicidade (no meu orkut tem o link para quem quiser assistir) que é um programa via internet que realizamos todas as quintas feiras ao vivo no canal teleshow. Tive o privilégio de participar do programa de estréia falando um pouco sobre como a arte e a profissão podem ser complementares no processo de crescimento e desenvolvimento da pessoa e na busca de produtividade e qualidade de vida. Música e Administração são cernes de boa parte de minhas condutas, se não todas. Apesar de ter entrado cedo na faculdade (antes de completar 18 anos), tive a sorte de me identificar com a Administração e com o leque de possibilidades que ela oferece até mesmo no âmbito pessoal (na administração do tempo, dos recursos financeiros pessoais, etc.).
A música se faz presente desde sempre e ela tem sido um filtro para as muitas inquietações que surgem no meu dia-dia. Deus foi generoso ao me abençoar com o dom de ouvir e gostar de música.
Tenho jogado bastante energia nessa arte montando repertório, compondo, estudando e isso tem gerado bons frutos! Já realizamos alguns trabalhos pela empresa utilizando voz e violão, uma das minhas músicas rolou na rádio e isso só tem aumentado o “T”. E agora, para aditivar mais ainda, pintou um projeto na banda “Os Aditivados” que faz rock de qualidade com som próprio. Nem tenho como agradecer a confiança que o pessoal está empregando no meu trabalho, pois o projeto é liderado pelo meu professor de música (Paulinho Costa) e pelo Ivan Cassilhas, também professor de música. Na batera o Rodolfo e no baixo o Rogério completam o time. Meu desafio é, no mínimo atender as expectativas nessa empreitada fazendo voz (backing vocal) e violão. O ensaio fotográfico já está marcado bem como as horas a mais de ensaio lá em casa para o a seção intensiva de aprimoramento. rs
Desejem-me sorte nesse novo barco e não deixem de conferir o som dos aditivados: http://www.myspace.com/osaditivados
Um grande abraço a todos!
Administrando e cantando, assim como na pauta do bate-papo com meu amigo e parceiro (de trabalho e de composições) Zé Ricardo quando participei do Uno e Verso da Ludicidade (no meu orkut tem o link para quem quiser assistir) que é um programa via internet que realizamos todas as quintas feiras ao vivo no canal teleshow. Tive o privilégio de participar do programa de estréia falando um pouco sobre como a arte e a profissão podem ser complementares no processo de crescimento e desenvolvimento da pessoa e na busca de produtividade e qualidade de vida. Música e Administração são cernes de boa parte de minhas condutas, se não todas. Apesar de ter entrado cedo na faculdade (antes de completar 18 anos), tive a sorte de me identificar com a Administração e com o leque de possibilidades que ela oferece até mesmo no âmbito pessoal (na administração do tempo, dos recursos financeiros pessoais, etc.).
A música se faz presente desde sempre e ela tem sido um filtro para as muitas inquietações que surgem no meu dia-dia. Deus foi generoso ao me abençoar com o dom de ouvir e gostar de música.
Tenho jogado bastante energia nessa arte montando repertório, compondo, estudando e isso tem gerado bons frutos! Já realizamos alguns trabalhos pela empresa utilizando voz e violão, uma das minhas músicas rolou na rádio e isso só tem aumentado o “T”. E agora, para aditivar mais ainda, pintou um projeto na banda “Os Aditivados” que faz rock de qualidade com som próprio. Nem tenho como agradecer a confiança que o pessoal está empregando no meu trabalho, pois o projeto é liderado pelo meu professor de música (Paulinho Costa) e pelo Ivan Cassilhas, também professor de música. Na batera o Rodolfo e no baixo o Rogério completam o time. Meu desafio é, no mínimo atender as expectativas nessa empreitada fazendo voz (backing vocal) e violão. O ensaio fotográfico já está marcado bem como as horas a mais de ensaio lá em casa para o a seção intensiva de aprimoramento. rs
Desejem-me sorte nesse novo barco e não deixem de conferir o som dos aditivados: http://www.myspace.com/osaditivados
Um grande abraço a todos!
In-dependente
Amigos, como alguns de vocês já devem saber, eu tenho algumas músicas. Uma delas se chama “Invisível como o Vento” e está na programação da rádio 98 Rock aqui do litoral de SP. Todos nós sabemos das dificuldades e limitações de quem tem trabalhos independentes e o apoio do público é fundamental aliado a muita transpiração.
Abaixo segue o link do Myspace do programa onde meu som (INVISÍVEL COMO O VENTO) está rolando e conto com o acesso de vocês na música. Peço esse singelo favor a vocês por dois importantes motivos:
1. Para que a música chegue aos mais diversos ouvidos; e
2. Quanto maior o acesso à música, maiores são as chances de ela continuar na programação da rádio.
O link para o Myspace é este: http://www.myspace.com/pratadacasa (fiquem tranqüilos que não é vírus). Ouça a música “Invisível como o Vento” e as outras músicas de outras bandas da região.
Conto com o apoio de vocês amigos leitores, tanto para conhecer a música, como também para que eu continue recebendo feedbacks sobre este trabalho trabalhoso, porém prazeroso.
Um grande abraço!
Abaixo segue o link do Myspace do programa onde meu som (INVISÍVEL COMO O VENTO) está rolando e conto com o acesso de vocês na música. Peço esse singelo favor a vocês por dois importantes motivos:
1. Para que a música chegue aos mais diversos ouvidos; e
2. Quanto maior o acesso à música, maiores são as chances de ela continuar na programação da rádio.
O link para o Myspace é este: http://www.myspace.com/pratadacasa (fiquem tranqüilos que não é vírus). Ouça a música “Invisível como o Vento” e as outras músicas de outras bandas da região.
Conto com o apoio de vocês amigos leitores, tanto para conhecer a música, como também para que eu continue recebendo feedbacks sobre este trabalho trabalhoso, porém prazeroso.
Um grande abraço!
Correr atrás ???
É muito comum ouvirmos e falarmos a frase: "tem que correr atrás...". Correr atrás de um grande sonho, correr atrás do corpo perfeito, correr atrás da melhor colocação profissional. Mas por que correr atrás?
Dizer “correr atrás” soa como numa corrida sem fim, uma posição continuamente inferior atrás de algo inatingível, que vive fugindo da gente. Afinal, o que a gente quer está em movimento também? O movimento faz parte da lei da vida, mas não acho que nossos sonhos costumam apostar corrida com a gente.
O que às vezes esquecemos é que somos maiores que nossos sonhos. Sem o sonhador, um sonho não existe.
Correr à frente de um sonho é acreditar em si e vê-lo realizado com naturalidade fazendo assim girar nossa fábrica de sonhos ao idealizar, realizar e constantemente renovar esse ciclo, pois cada sonho é transformado em outro na medida em que é realizado.
Os sonhos dependem da gente. Se for o contrário, serão sempre inatingíveis...
Nossa, esse texto me deixou com uma vontade de dar uma passada na padaria...
Dizer “correr atrás” soa como numa corrida sem fim, uma posição continuamente inferior atrás de algo inatingível, que vive fugindo da gente. Afinal, o que a gente quer está em movimento também? O movimento faz parte da lei da vida, mas não acho que nossos sonhos costumam apostar corrida com a gente.
O que às vezes esquecemos é que somos maiores que nossos sonhos. Sem o sonhador, um sonho não existe.
Correr à frente de um sonho é acreditar em si e vê-lo realizado com naturalidade fazendo assim girar nossa fábrica de sonhos ao idealizar, realizar e constantemente renovar esse ciclo, pois cada sonho é transformado em outro na medida em que é realizado.
Os sonhos dependem da gente. Se for o contrário, serão sempre inatingíveis...
Nossa, esse texto me deixou com uma vontade de dar uma passada na padaria...
Puro Volume...
Quando a gente está inteiro naquilo que faz, sempre “dá samba”. Tenho notado isso através da música também. Há dias em que um simples ensaio não sai legal e olha que ensaiar, cantar é uma coisa que me dá muito prazer ao fazer. Encontrei, portanto, um bom parâmetro para descobrir se to bem comigo mesmo. Ontem, por exemplo, fiz um ensaio super agradável, minha voz fluiu livre e forte, minhas mãos não doeram, ou seja, eu tava inteiro ali. Aí lembrei que, meia hora antes de começar a ensaiar, eu estava assistindo o DVD “um barzinho e um violão” curtindo os grandes músicos do Brasil cantarem diversas canções. Uma interpretação que me chamou muito atenção foi a do Humberto Gessinger na música “Revelação” do Fagner. Fiz questão de colocá-la no repertório. Ver e ouvir me inspira... A música de fato tem esse poder.
Não tem coisa pior que fazer alguma coisa sem prazer, mesmo sendo algo que a gente adora fazer. Uma comida pode ter o melhor dos sabores, mas se não se está inteiro na janta, não adianta (tem gente que se delicia com um prato de miojo).
Nos resta descobrir quais são os nossos “indicadores de bem-estar” para percebermos se estamos inteiros ou não naquilo que nos propomos fazer. Não é à toa que há pessoas saudáveis e ricas, porém infelizes.
Não tem coisa pior que fazer alguma coisa sem prazer, mesmo sendo algo que a gente adora fazer. Uma comida pode ter o melhor dos sabores, mas se não se está inteiro na janta, não adianta (tem gente que se delicia com um prato de miojo).
Nos resta descobrir quais são os nossos “indicadores de bem-estar” para percebermos se estamos inteiros ou não naquilo que nos propomos fazer. Não é à toa que há pessoas saudáveis e ricas, porém infelizes.
Você já passou um dia sem ouvir ou pensar em alguma música?
Música faz bem pra alma e não é à toa que está impregnada em nossas vidas. Momentos, situações, propagandas... Já imaginou um dia sem música? Seja na abertura do jornal da TV ou na cena de um filme, há música, todo dia a gente ouve ou pensa em uma música.
Eu estava refletindo sobre isso esses dias. O músico, porém, para algumas pessoas mais saudosistas, é tido como o “à toa”, aquele que acorda tarde, não tem disciplina, se veste mal e usa drogas. Muitos dos grandes músicos que o mundo já teve eram assim, porém tiveram vidas curtas. Os que ficam, são os menos “loucos”. Num programa na Multishow, vi o Rogério Flausino do Jota Quest falar isto. O músico é um profissional como outro que precisa ter excelência, disciplina, empenho e, sobretudo, amor ao que faz. Os “loucos”, apesar de talentosos, duram pouco.
A música é uma arte que faz parte da vida da gente e representa muito do que somos, do que sentimos e vivemos..
Eu estava refletindo sobre isso esses dias. O músico, porém, para algumas pessoas mais saudosistas, é tido como o “à toa”, aquele que acorda tarde, não tem disciplina, se veste mal e usa drogas. Muitos dos grandes músicos que o mundo já teve eram assim, porém tiveram vidas curtas. Os que ficam, são os menos “loucos”. Num programa na Multishow, vi o Rogério Flausino do Jota Quest falar isto. O músico é um profissional como outro que precisa ter excelência, disciplina, empenho e, sobretudo, amor ao que faz. Os “loucos”, apesar de talentosos, duram pouco.
A música é uma arte que faz parte da vida da gente e representa muito do que somos, do que sentimos e vivemos..
Aplausos ao Público
Uma vez vi no Youtube o Freddie Mercury numa entrevista e ele dizia que, nos shows, ele gostava de fazer com que público fizesse parte do espetáculo. Não é à toa que é mais emocionante ver o Queen ao vivo do que ouvir em estúdio (eu, pelo menos, não me canso de buscar shows deles no youtube principalmente na fase anos 80).
Quando se está no palco, sente-se a energia do público. Acontece como numa via de mão dupla. Na medida em que o som está agradando, as pessoas cantam, dançam, entram na mesma vibração e o show passa a ser uma coisa só; regida pela força do som, o bem-estar do músico e o carinho do público.
Há shows de músicos excelentes, mas de pouca participação do público, o que faz o conjunto da obra ficar aquém do que ficaria se as pessoas estivessem de fato curtindo. Penso que, portanto, o músico deve aplausos ao público, pois um bom show depende não só da competência de quem está no palco, mas também da maneira como o público recebe o show.
Vejo alguns “músicos” na noite que agem com um teor de vaidade ao nível de estrela. Parece que eles esquecem que precisam das pessoas e acham que as pessoas é que precisam deles... Falta pra eles entender o depoimento do Freddie Mercury, um dos maiores cantores que o mundo já teve, colocar o público como parte fundamental, muitas vezes até acima do artista.
Quando se está no palco, sente-se a energia do público. Acontece como numa via de mão dupla. Na medida em que o som está agradando, as pessoas cantam, dançam, entram na mesma vibração e o show passa a ser uma coisa só; regida pela força do som, o bem-estar do músico e o carinho do público.
Há shows de músicos excelentes, mas de pouca participação do público, o que faz o conjunto da obra ficar aquém do que ficaria se as pessoas estivessem de fato curtindo. Penso que, portanto, o músico deve aplausos ao público, pois um bom show depende não só da competência de quem está no palco, mas também da maneira como o público recebe o show.
Vejo alguns “músicos” na noite que agem com um teor de vaidade ao nível de estrela. Parece que eles esquecem que precisam das pessoas e acham que as pessoas é que precisam deles... Falta pra eles entender o depoimento do Freddie Mercury, um dos maiores cantores que o mundo já teve, colocar o público como parte fundamental, muitas vezes até acima do artista.
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