Lúdico 80´s

De sábado para domingo (27-28 fev) sonhei com minha infância. No sonho eu estava vendo as fitas de vídeo gravadas na época em que a família se reunia nas comemorações do decorrer do ano. Meu rosto de menino, com cabelo fino e corte com franja, me via brincando com os primos na casa dos meus avós numa tarde de domingo.

Wish you were here

Minha folia deste ano tem sido no quarto! Sim, mas não exatamente do jeito que vocês estão pensando (rs). Como disse no post anterior, fazia um tempo que não me concentrava nos ensaios e neste carnaval consegui produzir bastante musicalmente. Depois de The Police, fui para Pink Floyd com Wish you were here (com violão de 12). Essa música me lembra meu grande e saudoso amigo Luiz Isidoro e dedico à ele esse som J

Espero que vocês gostem, confiram:

A Polícia

Postei algumas vezes no twitter (@dirribeira) que meu bem estar está diretamente relacionado à minha regularidade nos ensaios e isto é fato! Hoje o violão ficou no meu colo por um tempão. Com o novo pedal equalizer deu pra dar um brilho maior no som dele (mesmo estando ligado na minha velha caixinha amplificada). A voz liguei no meteoro de guitarra (rs) só para dar um efeito e fazer os agudos aparecerem mais.

Adoro tocar “Every Breath you take” do The Police e resolvi gravá-la. Embora não esteja no tom original, gostei do resultado. Dêem uma conferida no vídeo através do link abaixo (fiquem tranqüilos que não é um link de vírus). Depois me digam o que acharam, ok?

Acesse o vídeo clicando aqui

É hora do BBB!!!

Ser um Big Brother, pra mim, é se submeter a participar de uma troca (não sei se tão justa) com a mídia. Acho que funciona mais ou menos assim: você fica "famoso" (entre aspas mesmo) e eu (plim plim) cada vez mais líder de audiência (consequentemente mais rico). Nada contra tudo isso, afinal ninguém é obrigado à nada, nem mesmo a assistir o programa, pois o controle remoto não está programado para não mudar o canal da TV depois da novela das nove.

O que é interessante nisso tudo é a capacidade que o BBB tem de prender a atenção das pessoas. Um fenômeno, pois, aqui no Brasil, esta já é a décima edição e sempre campeão de audiência. Talvez seja um sucesso pelo fato de as pessoas, inconscientemente, se transportarem para dentro da casa ao assistir, pois os comportamentos lá são sempre intensos e cada vez mais polêmicos. Parece até que a produção do programa, estrategicamente, provoca as intrigas através dos jogos e regras que são estabelecidas para que as pessoas se descabelem cada vez mais lá dentro, é curioso como isso encanta os que estão aqui fora. É como se todos ali fossem cobaias confinadas para darem seus “shows” para os telespectadores. Além dos “shows” a gente vê a imposição de padrões e modismos que acabam moldando o comportamento, a maneira de se vestir, de conduzir os propósitos e de conviver dos que assistem (cabe à nós olhar bem pra isto).

Vamos ouvir uma boa música. Pelo menos pra mim é bem mais legal que um paredão. Minha sugestão:


Make a choice

Em paz com escolhas

Refresco pro calor, mertiolate pra dor, planta pra flor

Olhar pra trás e sorrir, olhar pra frente e seguir

Ficaremos bem, cuidado do que a gente tem

Navegando com o vento que vem

E brindando os dias e alegrias do nosso bem

Don´t cry...

Boneca de cera



Você não é mais a mesma
Você mudou pra valer
E um sorriso de seus lábios
Não terei

Eu sinto um frio
Que vem do seu coração
Mesmo nesse sol de verão
Apenas um suspiro
E um olhar perdido
Por que as coisas são assim?

Estamos perto um do outro
Mas você está longe de mim
É tão fácil, mas é impossível dizer.

Foi o tempo
Que tomou suas palavras
E hoje você parece
Uma boneca de cera

Com sua cara triste
Não sente os pingos da chuva
Nem minha presença sente também

Amiga eu quero lhe mostrar
Que estou ao seu lado
Amiga eu não quero te ver chorando

Foi o tempo
Que tomou suas palavras

Mas dê um tempo
Pra que seu imenso vazio
Seja tomado
Pela vontade de criar e viver

Olhando pro mar

Muito coração e transpiração nesses dias de trabalho na Nestlé em Caçapava. Num clima de muito verde e, por sinal, que belo lugar. Fomos bem recebidos pelo pessoal do Rancho Canto Verde. Comida boa, ar puro e vistas belas temperaram os quatro dias de treinamento com o pessoal da produção da Nestlé. Construção e integração de time, teoria, prática e reflexão acompanhados de música ao vivo.

Abaixo a "Olhando pro mar", uma das minhas "filhas". Meu grande amigo Lú Grilo me ajudou a gravar la´no rancho, créditos a ele :-)

Site do rancho, vale a pena visitar: http://www.ranchocantoverde.com.br/


Seguindo no Trem Azul

Resolvi gravar em casa (com câmera digital mesmo) uma música que ouvia muito quando criança (fazendo um link com o post anterior em que eu falei que sou um pouco retrô com relação à música..rs). Transformei o vídeo em mp3 e Coloquei um "chorus" (efeito) pra dar uma encorpada. Com certeza você conhece a música, é do Roupa Nova (créditos a eles, é claro, são ótimos!) . Espero que gostem da versão (considerando que é uma gravação caseira, ok?). É só "dar o play" :-)

Área de serviço

Quando pequeno, eu ouvia música por tabela, sabe quando você tá entretido com alguma coisa, mas com uma musiquinha rolando ao fundo? Então, era assim. A dona Isabel, minha mãe, sempre teve em sua área de serviço um radinho que durante o dia ficava ligado e quando eu era criança, adorava brincar perto dela enquanto ela trabalhava e ouvia suas músicas. Talvez por isso que soa bem pra mim ouvir músicas antigas.
Hoje ouvir Roupa Nova e The Tremeloes, por exemplo, talvez não seja tão comum, mas são boas influências, com harmonias ricas, melodias leves, marcantes, com solos de guitarra e muitas vozes (adoro bandas com mais de um vocalista). Isto não é muito comercial para os dias de hoje, mas nem por isso deixa de ser bom... :)
Um pouquinho de The Tremeloes abaixo com Yellow River:

Para brisa e Retrovisor














O período de festas é bem oportuno para pensarmos no futuro. É o momento de passagem para um novo ano, quando a gente olha pro retrovisor, vê o que foi feito e com doses de saudosismo e entusiasmo olhamos pro para brisa nos guiando para o que virá.

Com o tempo a gente vai aprendendo a enxergar o que nos compõe com mais clareza e assim conseguimos visualizar nossos limites, o mínimo e o máximo do nosso motor, então fica menos dificultoso estabelecer metas, se inspirar e acelerar para novas aspirações. O Natal é o início do fim de um ciclo, o que antes era apenas época de montar a árvore de Natal e comer pernil no dia 24 com a família, hoje é, além disso, o momento de reflexão para o futuro próximo estabelecendo metas alcançáveis, com a maturidade de quem sabe o que quer e o que precisa querer, sabendo que curvas e buracos na estrada também aparecerão. Penso que cabe-nos encontrar o equilíbrio e pedir conscientes de si Força e Fé para batalhar por objetivos atingíveis, numa estrada possível de ser transitada com um destino alcançável. Pequenos sucessos são passos importantes para realizações maiores. Curvas bem feitas nos levam onde queremos.

Desejo a todos os amigos e parceiros um ano de muito trabalho e uma estrada repleta de conquistas.

Força e amor no coração!

Adriano Ribeiro Pereira