Celebrando a vida!


À você que esteve por perto e aos que longe estiveram, mas que estão dentro do meu coração, um 2011 repleto de realizações e vida bem vivida! Que você realize seus sonhos e compartilhe com seus próximos a alegria de ser quem se é.
Que uma chuva de bênçãos caia sobre você e sua família!
Obrigado por fazer parte da minha jornada! :)

Adriano Dirribeira

Divina-mente

Espinhos compõem o caule que apóia as pétalas que correm tua pele clara enquanto nossos olhos se encontram. Esqueçamos o que se passa lá fora, nos cabe o toque das nossas mãos e o aroma que refresca duas almas serenas que ali se entrelaçam plenamente debaixo do orvalho com bênçãos de amor. No silêncio as sensações não precisam de palavras, expressões não carecem definições, pecados não necessitam de confissões, somos UM num momento único, inesquecível por si só, tão verdadeiro que enxergamos os sorrisos um do outro no brilho dos nossos olhos, somos tão nossos quanto a árvore é da terra e as nuvens são do céu.
Somos o AMOR na forma mais sublime, humana e divina possível.

Meu

A Mente responde e não mente


O que te faz sentir-se pleno(a)?

Triste ironia...


Tenho pressa... Tem que ser, pois assim tem que ser! Acertando, mas desconfiando, duvidando, endividando, dualizando métodos, brincando com exageros. PADRÕES, ladrões da santa paz! Tanta vontade e tão pouca verdade, tanto aparecer sem SER.
É preciso correr, para não ficar para trás, para não morrer, correr atrás, o futuro espera, o tempo passa, músculos tensionam, os acordes são diminutos e expectativas tocam o céu de tão altas... E ainda assim precisam ser superadas!
Bater as METAS! O caminho à elas é o menos importante, é preciso cumpri-las! À qualquer custo! não se delicie com um olhar, passe o olho rapidamente, pois não temos tempo!
O amor é bonito, mas demonstrá-lo é bobagem, perda de tempo. Conversar em família só no Natal, bem rapidinho antes de mostrar os presentes caros que compramos...
Preciso correr, ligar no Jornal e assistir o Reality Show da favela, um filme triste de ação sem final...

Sentidos fazem sentido


Graus oculares para olhar ao invés de simplesmente ver
Ouvidos para ouvir, não só escutar
Face à sorrir, não apenas rir
Braços e pensamentos abertos para acolher e não apenas receber
Tocar, não só pegar
Degustar, não só mastigar
Dar atenção, não só atento estar
Dizer, não só falar
Musicar, não só cantar
Alimentar a fé, não só orar
InsPirar, mais que respirar...

Ócio Criativo

Viagens, lugares e sensações podem ter trilha sonora...

Há mares...

Amigo do mar, mesmo morando perto dele, descobri há muitos outros mares. Há mares de casa, que, por ali morar, já encantaram mais. Há mares que nunca vi, há mares Atlânticos, há mares Pacíficos, há mares verdes, há mares azuis... Há mares da Bahia! Há mares que renovam o amor, há mares que deixam saudades.

Labareda

Luzes apagadas, fogo estalado na lareira, assim o tempo se finge parado, embora bata asas e vá rasante como a noite em busca do amanhecer, como a lua que, apressada, no fim da tarde vem aparecer.
A grande certeza: o SOL! Imponente, ardente e vivo exalando o calor parecido com o da tímida lareira, ela alumia e esquenta esta noite fria, rasante e apressada, ansiosa com a chegada do novo dia.

Sempre esteve lá...

Disseram-me que acordar e o céu olhar é o início de mais um dia ritualizar. Aberto ou encoberto, ele sempre esteve lá. Antes de todos os prédios que o horizonte da minha janela insiste mostrar, antes de o primeiro ser vivo aqui habitar, antes do primeiro peixe do mar, antes da primeira flor florear, antes do meu peito pulsar... O céu sempre esteve lá.

Ação em Relação (01:24 am)


Eu soube dizer o que precisava
Quando senti que o melhor da gente em nós dois encontrava
Voz embargada, testa arranhada, lágrima rolada
Aquele acorde suado soei
Quando com teus olhos sonhei
Dá cá um abraço, esqueço que há laço
Me lanço, invado teu espaço
Amar, não explicar, cem definições procurar
É vento tempestade virar
Som que acalenta minha alma
Palpita meu peito sem preocupar com o melhor jeito
Esquece o perfeito
Só quero num dia de sol com brisa do mar
Em teus braços poder numa rede repousar