Olhando pro Mar

Feliz de quem é capaz de mar a vida e desfrutar do que ela dá
Feliz de quem ama e não se preocupa em descobrir aonde vai chegar

Que quando é verdadeiro não tem preço nem lugar
E quando sonho canto meus planos pisando na grama e olhando pro mar

Olhando pro mar...

Janela o Amor vidraça se abriu
Tristeza foi, o céu azul anil.

Olhando pro mar...

O que fazer, ou COMO fazer?


Conviver com pessoas criativas é sempre um bom aprendizado.
No escritório tinha uma pêra abandonada na geladeira. Um de nossos amigos a ofereceu para nós. Ninguém quis, afinal uma pêra largada na geladeira não exercia nenhum tipo de atração sobre a gente. Esse nosso amigo, então, foi até a copa, pegou a pêra, lavou, cortou em pedaços e colocou num pratinho.
Adivinhou o que aconteceu? Todo mundo comeu pêra e até se interessaram em saber onde aquela foi comprada.

Às vezes, amigo, não adianta nada se sua idéia é brilhante se ela não for bem vendida.

Ócio Criativo...

Cultura (in)Útil

Encontre o bebê na imagem:


Na Internet realmente encontramos de tudo. Recebi um e-mail de uma pessoa, cuja mensagem era “você manda no seu pé direito?” Para responder essa pergunta, o e-mail orientava a girar com o pé direito no chão no sentido horário e, ao mesmo tempo, desenhar no ar, com a mão direita, o número seis. Ficou curioso? Conseguiu fazer? Tenta...

EnCanto

Musicando lembro-me dos enCantos
Nos cantos mansos, de chuveiro somos cantantes
Musicando renovo meu canto
Vida de cantos mal ensaiados, escondidos, mas enCantados
Musicando lembro o passado
Ainda que com o som alto preocupado
Musicando meu coração palpita e dá palpite
Que delicia de enCanto em família
Musicando vejo que a vida
É enCantadora demais pra ser desenxabida
Musicando entendo, logo, ligo os pontos
Pontos de enCanto, enCantando e auto-conhecendo
No som desse enCanto vou me encontrando
Nessa maravilha de Musicar!


Seja uma pessoa agradável


Seja uma pessoa fácil de lidar. Não brigue ou se zangue impulsivamente. A verdade pode ser dita e tudo pode ser resolvido com calma.

Em uma manhã de sábado, Frank foi jogar golfe com seu amigo Mark, dizendo para sua esposa, Michelle, que estaria em casa por volta das duas horas e que sairiam à noite para jantar. Frank era um marido amoroso e dedicado, mas uma pessoa muito distraída. Após o golfe, Mark pediu a Frank que o ajudasse a consertar a porta de sua casa e depois ofereceu-lhe um sanduíche. E assim a tarde se foi. A caminho de casa, Frank olhou para o relógio e ficou espantado de ver que já passava das cinco e preocupado porque não ligara para Michelle. Ela devia estar furiosa, iria brigar com ele e tudo isso estragaria a noite.
Frank entrou em casa tenso, já na defensiva, pensando em várias e justificativas para dar, mas em vez disso pediu desculpas à mulher e explicou o que tinha de fato acontecido. Michelle sorriu, puxou carinhosamente a orelha do marido, disse que tinha ficado aflita com a demora, mas agora sentia um grande alívio e queria comemorar com o jantar planejado. Juntos passaram uma noite feliz.
Os cientistas descobriram que adotar urna atitude positiva em relação às pessoas com quem convivemos é um dos critérios mais importantes para a satisfação pessoal. Quem opta pela rispidez e agressividade tem suas chances de felicidade reduzidas para menos da metade.

Glass e Jolly, 1997

Retirado do livro: Os 100 Segredos das pessoas felizes - David Niven

Pettuuuuuu...


A lealdade do cão serve de lição mesmo... Pode o mundo estar pegando fogo lá fora, ele sempre vai abanar o rabo ao te ver. É difícil explicar esse comportamento que os cães têm com seus donos, acho que nem há necessidade de explicar. Em muitos momentos nós, os donos, nos sentimos preocupados com os correres da vida, mas o cão não, ele não se queixa, ele abana o rabo. Abana o rabo, corre com pedaço de osso na boca, vai atrás da bolinha, cata o chinelo do dono e foge sem deixá-lo pegar, protege a casa, invade a casa, sobe na cama... Tanta coisa em troca apenas de carinho, água, cama e ração. Agora me diz: quem é o racional dessa história?

Lembranças da infância...

O som que me inspira hoje....

Olim-Piadas

Quem me conhece sabe que adoro momentos de reflexão, e olha que esse processo de auto-conhecimento vem sendo presente em minha vida há pouco tempo, principalmente perto de chegar aos 25. Estar reflexivo me remete à pensar em coisas boas, positivas para o futuro. Vejo que isso é tão qualitativo quanto arregaçar as mangas.
Quando falei do grito no último texto, achei uma foto na NET do Tarzan em posição de cópula (rs) com a Jana em que um gorila também estava em posição de cópula no Tarzan simultaneamente, coitado.Pense num sanduíche de Tarzan. Deu pra imaginar a imagem? (rs) Ficou claro o motivo do grito do Tarzan?... Bom, cópulas à parte, resolvi tirar a foto do blog porque depois de uns dias senti que era uma imagem forte, imprópria para menores e como sei que esse blog é muito visitado (rs) achei oportuno tirar. Imagem forte, assim como foi forte o momento em que os frutos dessa mania de reflexão se fizeram tão presentes. O tempo vai passando, as responsabilidades vão aumentando e um sentimento de dúvida impregnado na cabeça só facilita o grito.
Porém, voltando aos bons pensamentos, que maravilha extravasar. A sábia, linda e talentosa Claudinha Leite tem razão em “pregar” isto. Coloco tudo isso pra lembrar e deixar registrado aqui meu sentimento de alegria pelo trabalho desse fim de semana. Participamos de uma convenção do Banco Votorantim onde produzimos toda parte de lazer do evento. Foi um desafio cansativo, dado ao grande número de pessoas (140). Cuidamos também de uma votação em que os candidatos estavam divididos em 5 grupos, sendo que cada eleito ganharia uma premiação considerável. Apuramos os votos, tivemos o privilégio de nos responsabilizarmos por esse processo, um dos mais importantes de todo o evento. Nossa participação foi coesa e absolutamente profissional, tanto nessa questão da votação quanto nas atividades de celebração (nas Olim-Piadas). E isso ficou muito claro através do feedback do cliente. Mesmo diante de a algumas condições adversas como a chuva que nos impediu de desenvolver uma atividade outdoor, soubemos aplicar a flexibilidade e dividimos o grupo em três estações com atividades indoor, cada estação com uma atividade diferente, acontecendo simultaneamente. Uma delas sob minha responsabilidade. Explicar para mais de 40 pessoas um desafio a ser cumprido num salão com uma acústica adversa, sendo que outras duas estações também aconteciam ao lado não foi fácil. Dá para imaginar o barulho, não dá? Tudo correu muito bem, nossa equipe se ajudou mutuamente e a sensação de cansaço misturada com a sensação de dever bem cumprido foi tranqüilizante e muito fortalecedora.
Acho que os bons pensamentos depois do grito fizeram a diferença :-)

O motivo do grito do Tarzan

Um súbito momento, um grito no silêncio. O que move o instinto sereno num instante de ira? Será a carência de fé? Talvez fé até demais. Se a fé na vida não costuma falhar, pode estar faltando o pé, ou a tábua. Não se sabe ainda, maybe nunca se saberá, a dúvida é a única certeza. Sem respostas, por que fazer tanta pergunta? Ok, chega de perguntar... Combinamos parar de perguntar, então não tente pensar em me perguntar o porquê desse monte de frase que PARECE não ter sentido. O que não tem sentido pra quem vê, tem pra quem sente. E sentir é tão maior, é muito mais que falar. Sentir é fazer refletir em posturas, em gritos no silêncio, em lágrimas dos que estão por perto, no incômodo da insônia, na olheira na frente do espelho. Oh meu Deus, eles não merecem. Eu, talvez, sim. Mas ouçam esses gritos, são de quem aprendeu a praticar o significado da palavra retração. A Claudinha Leite, como terapeuta, mandaria extravasar, liberar e jogar tudo pro ar. Pobre Tarzan, vai entender que tem que soltar a franga.